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Suinocultura

Suinocultura


Uma criação de porcos (suinocultura) deve ser vista tecnicamente como um sistema de produção, mesmo em pequena escala ou simplesmente para o sustento familiar. Formados pelas edificações, equipamentos, alimentação, meio-ambiente e também pelo homem, que é responsável pela condução do sistema. Antes de implantar um sistema de produção de suínos em uma propriedade, deve-se fazer um estudo técnico e econômico, a fim de avaliar se essa nova atividade tem viabilidade técnica e econômica ou que fere as leis de impacto ambiental.

Cunicultura

DIA A DIA DA CRIAÇÃO DE COELHOS


Alimentação
Os coelhos deverão receber uma ração peletizada própria e de boa procedência, da desmama até entrarem em produção recebendo uma média de 120 gramas ao dia. As matrizes ao entrarem em produção devem comer ração a vontade, porém de forma controlada, a fim de que os animais não desperdicem. Pode-se considerar para efeito de cálculo, um consumo de 90 gramas diárias de ração por coelho do plantel. Como complemento e até economia, devemos fornecer forragem verde, (rami, confrei, folhas de bananeira ou árvores frutíferas, picão, aveia preta etc, e hortaliças, com exceção do alface) em quantidades controladas. Para evitar desperdícios, recomenda-se, no caso das hortaliças, um prévio descanso para que murchem. A água deverá ser potável e abundante.


Cuidados Sanitários

A melhor prevenção contra doenças é manter o rebanho em perfeitas condições de higiene: limpeza periódica das gaiolas com escovas e bactericídas. Galpões e gaiolas devem ser desinfetados mensalmente com bactericida e lança chamas mantendo-os o mais limpo possível.

A retirada do esterco será feita em um período máximo de vinte dias no verão e quarenta dias no inverno. A cada retirada de esterco, joga-se uma camada de cerca de um centímetro de serragem ou outro material seco. Ninhos e cumbucas sujas devem ser lavados com desinfetantes, bem secos ao sol e passados pelo lança chamas, a caixa d'água deve ser lavada e as mangueiras esgotadas a cada mês.


Gestação
    


Período de gestação: 31 dias. Três dias antes do parto deve-se colocar o ninho na gaiola da fêmea. O ninho tipo caixa fechada com abertura frontal que é o mais recomendado, deverá ser 30 x 40 x 30 cm com a abertura de 15 cm, devendo ser forrado de preferência com "maravalha" (não serragem em pó, nem fita), ou utilizar palha, feno macio (capim colchão). Durante a gestação, a fêmea necessita apenas de um lugar tranqüilo sem outros cuidados especiais. Normalmente a fêmea arranca pelos do próprio corpo e mistura-os com o material do ninho. Logo após o parto o ninho deve ser examinado retirando-se os natimortos, observando se os láparos permanecem juntos e não espalhados por todo o ninho. Os ninhos deverão ser examinados diariamente, a fêmea amamenta os láparos no máximo duas vezes ao dia, caso uma coelha crie mais de oito filhotes e outra menos de sete, o excesso da primeira deve ser colocado com a segunda, a média é de sete filhotes por parto. Depois de 15 dias do nascimento a fêmea poderá ser coberta novamente. O ninho será retirado trinta dias do nascimento e o desmame após quarenta e dois dias. Entre setenta e cinco e noventa dias os filhotes estarão prontos para corte, com um peso médio de 2,2 a 2,5 kg.
CICLO REPRODUTIVO
01/07primeira cobertura
11/07primeira apalpação
27/07colocar ninho
01/08primeiro nascimento
15/08segunda cobertura
25/08segunda apalpação
01/09retirada do ninho
12/09desmame + colocação do novo ninho
15/09novo nascimento



Instalações

As gaiolas deverão ter, de preferência, bebedouros automáticos e cumbucas para ração, sendo montados em galpões já existentes na propriedade ou construídos conforme planta anexa. Utilizando gaiolas suspensas em um andar, o piso do galpão deverá ser de terra, tendo a opção dos corredores de cimento, a lateral do galpão deverá ser uma mureta de 0,50 cm de altura e o resto deverá ser fechado com tela e cortinas que possam ser abertas e fechadas de acordo com o clima.

As cabeceiras do galpão deverão ser fechadas. A construção do galpão deverá ser feita em local seco e protegido de ventos fortes obedecendo a posição das cabeceiras sentido nascente-poente. Caso o terreno seja do lado sul, de onde provem os ventos frios descampados, além da cortina será necessário plantio de um renoue de proteção (ex: capim napier, elefante, bambú, etc.), do lado oposto proteção para o sol forte da tarde (ex: bananeiras seria uma boa opção ou ainda santa barbara). O material para a construção será o mais simples e o de mais fácil aquisição na região: alvenaria, madeira, etc. Para a cobertura: telhas de barro, amianto ou mesmo sapê ou piassava.


Mão-de-Obra


Com o manejo aqui descrito, um funcionário pode cuidar de um plantel de 200 matrízes em média.


Reprodução


A fêmea deverá ser coberta pela primeira vez após os quatro meses devendo o macho ter cinco meses, entretanto no cio a coelha fica inquieta, a vulva fica entumecida e arrocheada.

A fêmea será retirada de sua gaiola e levada para a do macho, após cobertura, não esquecer de fazer anotações na ficha. Após dez ou quinze dias, determina-se por apalpação se a coelha está prenha ou não. O parto ocorre trinta dias após a cobertura fértil.

Normalmente o macho faz duas coberturas ao dia e um descanso no outro. O maior índice de fertilidade na coelha se dá no início de reprodução. A partir de 4 meses e meio para raças médias, no plantel, como um todo, o inverno e a primavera são os mais férteis, caindo no verão e outono, a média anual por cobertura de uma fêmea é de 60%.

O melhor índice de prenhes é quando se faz a cobertura logo após o parto, após 6 a 10 horas (95%), como conseqüência teremos o desmame precoce, com 28 dias. O segundo índice é quando a cobertura é feita 15 dias após o parto (60%), desmame com 42 dias. O terceiro índice é a cobertura 30 dias após o parto (75%), desmame com 55 dias.
Reprodutores

A aquisição das matrizes e reprodutores para o início de criação deverá proceder de uma granja comercial idônea. As raças a serem adquiridas, aconselha-se que sejam de porte médio, tais como: Nova Zelândia Branco, Califórnia, Chinchila, Borboleta, Nova Zelândia Vermelho, ou um cruzamento industrial. Isto porque elas reúnem características essenciais como boa conversão alimentar, precocidade, carcaça, rusticidade e fecundidade.
Plantel Dinâmico

Após a segunda cria das fêmeas, considera-se normal uma substituição mensal de oito a dez por cento de matrizes, os motivos são diversos: por morte, por não pegar cria, etc. Estas serão descartadas e irão para abate sendo substituídas por outras jovens já cobertas, de produção da própria criação.


Módulo Piloto para 10 matrizes
Dez matrizes produzem seis filhotes desmamados por parto, igual a 50 coelhos. Seis filhotes por gaiola, teremos 10 gaiolas, incluindo o plantel dinâmico totalizando 14 gaiolas, reposição de 10% de fêmeas ao mês no plantel de matrizes.

A eventual compra vínculo estágio na granja sobre o manejo da criação. Estágio que deverá ser feito a fim de garantir o sucesso da criação.

O manejo de 10 matrizes corresponde a meia hora de trabalho por dia.
 
Modelo 5 - Engorda
Tampa superior
Dimensão: 80 x 50 x 35 cm
Acomoda de 4 a 6 cabeças
 Modelo 2 - Matriz
Tampa superior
Dimensão: 80 x 50 x 35 cm
Malha fechada para evitar saída de láparos

10 matrizes + 2 reprodutores de raça para produção intensiva, de carne.
12 gaiolas modelo 2 para produção.
14 gaiolas modelo 5 para engorda e plantel dinâmico.
40 bebedouros automáticos
64 comedouros para engorda e plantel dinâmico.


Galpão para 10 matrizes
 
 

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